segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Doces de Natal
Sonhos de cenoura
Ingredientes:
- 750g de cenoura - 400g de farinha - 150 gr de Açúcar - 4 ovos - 1 laranja - 1 colher de sopa de fermento - sal, açúcar e canela q.b - óleo para fritar
Preparação:
- Descasque e coza as cenouras em água temperada com uma pitada de sal e a casca da laranja. -
- Depois de cozidas escorra, retire a casca da laranja e reduza a puré.
- Misture o açúcar com o puré de cenoura, acrescente a farinha peneirada e o fermento, envolva bem. - De seguida junte as gemas e o sumo de laranja. Bata as claras em castelo firme e junte ao preparado. - Aqueça o óleo numa frigideira e frite colheradas do preparado, virando-os até ficarem uniformemente dourados. Retire com o auxílio de uma escumadeira e escorra sobre papel absorvente. - Passe depois por açúcar e canela.
Ingredientes:
- 750g de cenoura - 400g de farinha - 150 gr de Açúcar - 4 ovos - 1 laranja - 1 colher de sopa de fermento - sal, açúcar e canela q.b - óleo para fritar
Preparação:
- Descasque e coza as cenouras em água temperada com uma pitada de sal e a casca da laranja. -
- Depois de cozidas escorra, retire a casca da laranja e reduza a puré.
- Misture o açúcar com o puré de cenoura, acrescente a farinha peneirada e o fermento, envolva bem. - De seguida junte as gemas e o sumo de laranja. Bata as claras em castelo firme e junte ao preparado. - Aqueça o óleo numa frigideira e frite colheradas do preparado, virando-os até ficarem uniformemente dourados. Retire com o auxílio de uma escumadeira e escorra sobre papel absorvente. - Passe depois por açúcar e canela.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
terça-feira, 14 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Receção aos alunos do 5º ano
Os alunos Rita Sofia Oliveira e Carlos Mendes do 12º Ano fizeram "O jogo da apresentação" e leram a "Pequena história de Famalicão".
terça-feira, 30 de setembro de 2014
domingo, 4 de maio de 2014
Poema à Mãe
No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
Eugénio de Andrade, in "Os Amantes Sem Dinheiro"
eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
Eugénio de Andrade, in "Os Amantes Sem Dinheiro"
Dia da Mãe
O Dia da Mãe comemora-se em Portugal no primeiro
Domingo do mês de Maio.
Já chegou ser celebrado a 8 de Dezembro, mas passou a ser
celebrado no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Virgem
Maria, mãe de Cristo.
A data é uma homenagem a todas as mães e serve para reforçar
e demonstrar o amor dos filhos pelas suas mães.
Origem do Dia da Mãe
Grécia Antiga
Remonta às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea,
mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas do Dia da Mãe eram
dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem
começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Século XVII - Inglaterra
Celebrava-se no 4º Domingo de Quaresma um dia chamado “Domingo da Mãe”, que
homenageava todas as mães inglesas.
Estados Unidos
Em 1904, quando Anna Jarvis, perdeu a sua mãe ficou muito triste. As suas
amigas decidiram organizar uma festa em memória à sua mãe e Anna quis que a
festa fosse festejada para todas as mães, vivas ou mortas. Em 1914, a data foi
oficializada pelo presidente Woodrow Wilson e passou e ser celebrada no
primeiro domingo de Maio.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
1º de maio - Dia do Trabalhador
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História do dia do
trabalhador
No dia 1º de Maio de 1886, 500 mil trabalhadores
saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica,
exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. A polícia reprimiu a
manifestação, dispersando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de
operários.
Mas os trabalhadores
não se deixaram abater, todos achavam que eram demais as horas diárias de
trabalho, por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da
reivindicação de Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente
reprimidos: 8 líderes presos, 4 trabalhadores executados e 3 condenados a
prisão perpétua.
Foi este o resultado desta segunda manifestação.
A luta não parou e a
solidariedade internacional pressionou o governo americano a anular o falso julgamento
e a elaborar novo júri, em 1888. Os membros que constituíam o júri reconheceram
a inocência dos trabalhadores, culparam o Estado americano e ordenaram que
soltassem os 3 presos.
Em 1889 o Congresso
Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio, como o Dia
Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. E, em 1890, os
trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas.
116 anos depois das
grandiosas manifestações dos operários de Chicago pela luta das oito horas de
trabalho e da brutal repressão patronal e policial que se abateu sobre os
manifestantes, o 1º de Maio mantém todo o seu significado e actualidade.
Nos Estados Unidos da
América o Dia do Trabalhador celebra-se no dia 3 de Setembro e é conhecido por
"Labor Day". É um feriado nacional que é sempre comemorado na
primeira segunda-feira do mês de Setembro e está relacionado com o período das
colheitas e com o fim do Verão.
No Canadá este
feriado chama-se "Dia de Oito Horas". Tem este nome porque se
comemora a vitória da redução do dia de trabalho para oito horas.
Na Europa o "Dia do Trabalhador" comemora-se sempre no dia 1 de
Maio.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
A Literatura está de luto

VASCO GRAÇA MOURA
- Poeta e tradutor de grandes poetas, romancista, ensaísta, dramaturgo, cronista, antologiador, historiador honoris causa, advogado, político, gestor cultural.
- Autor de quase 30 livros de poemas, de Modo Mudando (1963) a O Caderno da Casa das Nuvens (2010), foi ainda um tradutor épico, que parecia ter particular prazer em impor-se desafios colossais, como o de verter em português a Divina Comédia e a Vita Nuova de Dante, ou as Rimas e Triunfos de Petrarca, ou os Testamentos de François Villon, ou ainda a integral dos Sonetos de Shakespeare.
- Distinguido com o Prémio Pessoa, em 1995. E a Coroa de Ouro do Festival de Struga, na Macedónia, em 2004.
- Presidente do Centro Cultural de Belém (CCB).
A Literatura está de luto
Gabriel García Marquez (Aracataca, 6 de março de 1927 - Cidade do México, 17 de abril de 2014) foi escritor, jornalista, editor, ativista e político colombiano. Considerado um dos autores mais importantes do séc. XX, foi um dos escritores mais admirados e traduzidos no mundo.
Distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 1982. Publicou livros que se tornaram célebres, como "Cem anos de solidão" (1967), "Ninguém escreve ao Coronel" (1961), Crónica de uma morte anunciado" (1981) e " O amor em tempos de cólera" (1985.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Dia Mundial do Livro
Comemora-se a 23 de Abril, o Dia Mundial do Livro e do
Direito de Autor, proclamado pela Conferência Geral da UNESCO, em 1995, com o
objectivo de promover uma maior consciencialização sobre a importância dos
livros na nossa sociedade.
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