sexta-feira, 19 de março de 2010

Dia do Pai

Myspace Graphics


O Dia do Pai tem origem na antiga Babilónia, há mais de 4 mil anos. Um jovem chamado Elmesu moldou em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida ao pai.
O dia do Pai foi criado efectivamente em 1909 nos EUA por Sonora Luise, com objectivo de homenagear e demonstrar a admiração que sentia pelo pai. Desde então a data tem sido comemorada em todo o mundo, mas em cada país, pode ser comemorada em dias diferentes. No Brasil por exemplo a data é celebrada no segundo domingo de Agosto, por causa de 14 de Agosto ser dia de São Joaquim; patriarca da família. Em Portugal é comemorado a 19 de Março e noutros países como África do Sul, França, Japão, Macau e outros é comemorado no 3º domingo de Junho.

segunda-feira, 8 de março de 2010


DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Durante séculos, o papel da mulher incidiu sobretudo na sua função de mãe, esposa e dona de casa. Ao homem estava destinado um trabalho remunerado no exterior do núcleo familiar. Com o incremento da Revolução Industrial, na segunda metade do século XIX, muitas mulheres passaram a exercer uma actividade laboral, embora auferindo uma remuneração inferior à do homem. Lutando contra essa discriminação, as mulheres encetaram diversas formas de luta na Europa e nos EUA.
O Dia Internacional da mulher é o dia em que prestamos homenagem às mulheres. Simboliza a luta pela igualdade de direitos entre homens e mulheres. Ao longo da história da humanidade, muitas mulheres desejaram, lutaram e em muitos casos foram punidas por desejarem igualdade. A Constituição da República Portuguesa de 2 de Abril de 1976 representa um passo fundamental na consagração da igualdade de direitos entre mulheres e homens. O seu art. 13º consagra o princípio da igualdade:

“ Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica ou condição social.”

segunda-feira, 1 de março de 2010



Esta semana vamos partilhar e privar com “Convidados de Honra”, “Encarregados de Educação”, “Alunos”, “Professores” e todos os que queiram falar de livros e de leituras.
Segunda-feira de manhã tivemos na nossa escola o Dr. António Leite, Director da DREN, que partilhou connosco um texto de “Albano Estrela”, cuja obra é vastíssima e vamos partilhar com todos os que nos visitam, porque vale a pena lê-la.

Biografia:
Albano Estrela é professor catedrático de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação). Nesta Faculdade coordena os Mestrados de Ciências da Educação e é o responsável pela UNIFOP (Unidade de Formação de Professores e de Formadores).
Investigador nas áreas da observação de classes e da formação de professores, é autor de múltiplos artigos publicados em revistas portuguesas e estrangeiras da especialidade. Também é autor de obras como a Teoria e Prática de Observação de Classes - uma Estratégia de Formação de Professores (3 edições), Perspectivas Actuais sobre a Formação de Professores, A Técnica dos Incidentes Críticos (as duas últimas em co-autoria com Maria Teresa Estrela). Tem orientado vários projectos de investigação em Educação como o Projecto PLUX (Ensino do Português aos filhos dos trabalhadores portugueses emigrados no Grão Ducado do Luxemburgo), projecto da Comissão das Comunidades Europeias. De 1983 a 1986, orientou o projecto FOCO, do qual resultou a publicação da obra intitulada Formação de Professores por Competências - Projecto Foco (Uma Experiência de Formação Contínua).
Actualmente dirige o Projecto "ira" (investigação, reflexão, acção), projecto de investigação - formação contínua de professores assente no levantamento de necessidades de formação em situação profissional.
Preside ao Conselho de Acompanhamento da Reforma Curricular.
É presidente da Section Portugaise de l’ AIPELF /AFIRSE e, nessa qualidade, tem organizado diversos colóquios nacionais e internacionais sobre temas como "Investigação em Educação", "Investigação - Acção", "Reformas Curriculares em Países da Comunidade Europeia" (e orientado a publicação das respectivas actas).
Agora é, também, Presidente da Direcção da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação.


Obras:
- Teoria e Prática de Observação de Classes : Uma Estratégia de Formação de Professores
Albano Estrela
- IRA - Investigação, Reflexão, Acção e Formação de Professores
Estudos de Caso
Albano Estrela, Maria Teresa Estrela
- Estórias com Pedagogia Dentro
Albano Estrela
- Investigação em Educação: Métodos e Técnicas
Albano Estrela
- Investigação em Educação: Teorias e Práticas (1960/2005)
Albano Estrela
- Psicologia e Educação: Ciclo de Conferências
Albano Estrela, J. Ferreira Marques
- Avaliações em Educação: Novas Perspectivas
Albano Estrela, António Nóvoa
- A Técnica dos Incidentes Críticos no Ensino
Albano Estrela, Maria Teresa Estrela
- Porto Entrevisto: Três Paisagens com Gente Dentro
Albano Estrela
- As Memórias Que Salazar Não Escreveu: Entre o Amor e a Morte, o Reinado da Política
Albano Estrela
- Para uma Fundamentação da Avaliação em Educação
Albano Estrela
- Andam Gambozinos por Entre as Árvores
Albano Estrela
- O Mapa dos Sabores: Contos e incontos
Albano Estrela
- O Enterro do Conde de Orgaz: Sete Histórias em Desassossego
Albano Estrela
- Perspectivas Actuais sobre a Formação de Professores
Albano Estrela, Maria Teresa Estrela
- Sete, Meu Amor, Sete
Albano Estrela
- Femininos Singulares
Albano Estrela, Ana Viana
- Da Janela do Meu Quarto: e outras histórias excêntricas
Albano Estrela
- O Homem em Trânsito: Histórias de Intimidade e Mistério
Albano Estrela
- Crónicas de um Portuense Arrependido
Albano Estrela
- A Minha Vida Por Um Sonho
Albano Estrela
- Um Raio de Luz na Noite Escura
Albano Estrela


Na quarta-feira (dia 03-03-2010) tivemos também na nossa escola a Drª Luísa Lamela.
Veio partilhar connosco o seu gosto pela leitura e o seu amor pelos livros. Veio acompanhada de alguns que lhe diziam mais e de uma forma muito prática, mas atractiva passámos 90 minutos muito interessantes. Falámos sobre livros, jogámos jogos relacionados com estes e sobretudo ouvimos uma pessoa que tem um enorme poder comunicativo e que é uma Senhora das Letras.

Drª Maria Luísa Beirão Faria Lamela, em 64/66 terminou o curso do Magistério Primário. A seguir ficou a leccionar, na mesma escola, as disciplinas de Pedagogia e Psicologia.
Foi para Cabo Verde com uma equipa para fundar lá a Escola do Magistério Primário e aí ficou quatro anos leccionando nessa escola as disciplinas de Didáctica. Voltou à Escola do Magistério Primário de Braga e aí, durante cerca de 20 anos, leccionou Didácticas e acompanhou a Prática Pedagógica dos alunos-mestres.
Licenciou-se em Filosofia e Humanidades.
Deu aulas no CEFOP (Universidade do Minho) após o encerramento da Escola do Magistério.
Fez pós-graduação em Educação na Universidade do Minho.
Leccionou na Escola EB 2 e 3 de Cabreiros até à aposentação.
Nos últimos anos da Escola de Cabreiros foi convidada para leccionar na Universidade Católica, onde permaneceu durante quatro anos.
Ao longo do seu percurso escolar, dedicou-se intensamente à formação de professores.


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Dia dos Namorados - 14 de Fevereiro

Ao longo dos tempos, as tradições de São Valentim foram adquirindo um grau de importância cada vez maior. Cada ano que passa, foram-se criando novas tradições, lendas e brincadeiras, como é o caso das mensagens apaixonadas. Quer saber a origem de S. Valentim e o que levou este mártir a tornar-se o patrono dos apaixonados? Clique Aqui

Na busca das nossas tradições, o núcleo de tapeçaria da nossa escola, projecto da professora Manuela Torrinha, fez uma pesquisa, com alunos do 2º e 3º ciclos, sobre Lenços do Dia do Namorados e cederam-nos alguns para relembrarmos esse dia…


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A biblioteca recomenda...

O privilégio de ver crescer, de ajudar a “crescer” em todos os aspectos da vida numa criança, num jovem, é algo quase encarnado num misticismo repleto de aventura e vivência únicas para todo o sempre.
Na escola, esse crescimento conta com os educadores - todos os membros intervenientes da comunidade educativa que, baseando-se nos seus saberes, nas suas vivências, nos seus laços de afectividade, lá vão encontrando soluções para as diversas fases do “crescimento”.
Aos pais cabe a árdua tarefa do começar, desenvolver e concluir uma narrativa que eles escreveram, na qual os seus filhos são os protagonistas.
Esta narrativa da vida de cada um de nós, seres tão diferentes, encontra, muitas vezes, nas atitudes, nos valores que nos são transmitidos por toda uma sociedade, que, ela também, se constrói, para o bem ou para o mal.
A Biblioteca tem mantido o mote de alertar/aconselhar filhos e pais para leituras que os ajudam na resolução dos problemas que se põem de um lado ou do outro, ainda mais quando vivem numa sociedade em que os valores tradicionais e as instituições que nos deveria proteger, estão eles próprios a ser pontos em causa.
No entanto, o livro é, e sempre será, um apoio imprescindível na formação do nosso conhecimento nas diversas áreas do saber.
A psicóloga clínica Marta Gautier pretendeu, com a publicação da obra “Não há famílias perfeitas!” e através do testemunho de várias mulheres, todas elas diferentes, no que toca aos contextos sociais, económicos ou educacionais, dar um contributo para a difícil tarefa do que é educar um filho (enquanto mãe e mulher), nas mais variadas vertentes.
Estes testemunhos colam-se, muitas vezes, às nossas experiências pessoais e delas tiramos ilações concretas para a nossa vida em família.
Afinal educar é mesmo uma tarefa muito complexa. A mesma “terapia” não funciona em seres diferentes. É esta diferença que forma a nossa identidade e é com ela que devemos viver e educar.

“Conta-se que Freud foi um dia abordado numa festa elegante por uma senhora que lhe perguntou ansiosamente como havia de educar os filhos.
E Freud ter-lhe-á respondido, galantemente:
«Madame, por melhor que faça, nunca fará bem.»”

Também os Drs Eduard Estivel e Montse Doménech, com a colaboração de Francesc Miralles, têm já vários livros sobre a temática acima abordada – Educação de crianças e jovens.
Por ser um tema que nos toca a todos de muito perto, sugerimos, para já dois títulos, que se encontram disponíveis na nossa biblioteca: “Já sou grande!” e “Novas histórias que ajudam a crescer”.

Em “Já sou grande!” são contadas 18 histórias revestidas de grande humor que ensinam os jovens a ser melhores, a ser um líder, a ser um melhor aluno.
Sob a forma de “segredos”, são aqui dadas dicas de saber investir, de saber preparar, de saber reagir às situações mais imprevisíveis. Todas elas têm um segredo e uma solução. É só saber descodificá-lo e aplicá-lo.
Para todos os jovens e menos jovens, este livro abre perspectivas de futuro, de incentivo e de optimismo.
Na obra publicada pelos autores acima supracitados, sob o título “Novas histórias que ajudam a crescer”, podemos encontrar o sonho misturado com o mundo real. O sonho, a ficção, vão pouco a pouco, tomando contornos reais, emprestando à vida tonalidades de uma realidade presente no dia-a-dia.
As histórias inseridas nesta obra destinam-se, sobretudo a povoar e a compreender o mundo das crianças, mas, ao mesmo tempo, levam os adultos (os pais, os educadores) a encontrarem nesse mundo da fantasia que tantas vezes povoa a cabeça das nossas crianças, a encontrarem um caminho pleno de soluções para as muitas questões que, aparentemente, não têm mesmo resposta.
Aqui a ficção dilui-se na realidade e em factos concretos da vida das famílias: o divórcio, a não aceitação de um novo relacionamento por parte dos pais, o nascimento de mais um irmão, os problemas entre os pais…
Afinal a vida é exactamente assim. Há que sabê-la transmitir e fazê-la adoptar aos nossos jovens e às nossas crianças. Afinal, também são estes percursos que os vão ajudar a crescer.
A leitura de “Novas histórias que ajudam a crescer”, fará crescer pais e filhos e ambas as partes encontrarão, a pouco e pouco, uma plataforma de entendimento, um mundo que eles próprios saberão construir, dentro de parâmetros que serão ajustados a cada situação nova que surja.

Leia, aprenda e ajude a crescer em harmonia!!!!!!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Mensagem de Natal

Que bom que ainda continua a existir um tempo de “paragem”, de reflexão, no agitado mundo em que estamos inseridos!
Vivemos o dia-a-dia de forma apressada, a olhar para o nosso umbigo, as nossas desilusões, os nossos êxitos?
E os outros? Que lugar guardamos para eles no nosso “tempo” tão precioso?
Que este Natal tenha um pouco desse sacrificado tempo com o qual tanto lutamos.
Paremos, olhemos, estendamos as mãos e mostremos o nosso melhor sorriso, porque afinal é Tempo de Natal!!!
O melhor dos Natais para toda a Comunidade Educativa da Escola do Vale!!!!

A equipa da Biblioteca
Graça Félix
Carla Morais
Fátima Andrade
Márcia Gomes
Sílvia Ferreira
Helena Marques

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Os Livros Novos da Biblioteca


1. Gestão da comunicação: Joaquim Caetano / Luís Rasquilha - Quimera Editora
2. Gestão e planeamento de comunicação: Joaquim Caetano / Luís Rasquilha - Quimera Editora
3. Gestão de eventos: Filipe Pedro… [et al] - Quimera Editora
4. Gestão da liderança de mercado: Paulo Bogas - Quimera Editora
5. Gestão de experience marketing: Andreia Andrés… [et al] - Quimera Editora
6. Gestão de marketing de eventos desportivos: Bruno Madeira …[e t al] - Plátano Editora
7. Como chegar depressa, indo devagar: Lothar J. Seiwert - Centro Altântico Editora
8. As novas regras de marketing e relações públicas: David Meerman Scott - Porto editora / Ideias de Ler
9. A arte de bem vender: Ivan R. Misner - Porto editora / Ideias de Ler
10. A arte da guerra de Sun Tzu: Ivan R. Misner - Porto editora / Ideias de Ler
11. Marketing bancário: um modelo de imagem da banca :Emílio Távora Vilar - Quimera Editora
12. Reinventar o mundo!: Tom Peters - Civilização Editora
13. Um pé na escada da gestão: Robert Vicar - Lyon edições
14. O gestor de sonhos: Matthew Kelly - Porto editora / Ideias de ler
15. Liderança e poder: Joseph S. Nye, Jr. - Gradiva Editora
16. Entrevistas de emprego: Joyce Lain Kennedy - Porto Editora
17. Gestão de vendas: José Luiz Tejon - Gestãoplus Editora
18. Saber falar em público: Cesare Sansavini - Presença Editora
19. Muitas cabeças pensam melhor: Barry Libert / Jon Spector - Lua de papel
20. O regresso da economia da depressão e a crise: Paul Krugman - Presença Editora
21. Marketing das PMEs para totós: Barbara Fin - Gestãoplus Editora
22. Novo humanator: Pedro b. da Câmara… [e tal] - Dom Quixote Editora
23. Os segredos das vendas de sucesso: Kristina Susac - Plátano Editora
24. Criação & Gestão de micro-empresas & pequenos negócios: Horácio Costa, Pedro Correia Ribeiro - LIDEL Editora
25. Direcção Comercial: Luís Justino - LIDEL Editora
26. Pesquisa de marketing: Naresh K. Malhotra - Bookman Editora
27. Publicitor: Bernard Brochand … [e tal] - Publicações Dom Quixote

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Classificação Decimal Universal

O que é a Classificação Decimal Universal

Abreviada e internacionalmente conhecida pela sigla CDU (nos países de língua portuguesa), é um sistema de conceitos hierarquicamente estruturados em grandes classes, destinado à classificação do conhecimento e dos suportes físicos de seu registo, a que denominamos genericamente documentos: livros, folhetos, revistas, discos, fitas de áudio, discos fonográficos convencionais, discos "laser", etc. Permite reagrupar todas as referências relativas a um determinado assunto e, posteriormente, localizar rapidamente essa documentação. Graças à sua notação normalizada facilmente utilizável é aplicada universalmente, embora com maior relevância na Europa.

Qual a origem da CDU?

A ideia de representar o conhecimento a partir de sua divisão em base decimal para criação de um sistema de classificação bibliográfica já se encontrava presente no sistema que deu origem à CDU, a classificação Decimal de Melvil Dewey (1851-1931), cuja primeira edição data de 1876. O próprio Dewey ter-se-ia inspirado em trabalho do físico André Marie Ampère, que no século anterior já empregara notação decimal como código de classificação de documentos. O sistema de Dewey foi, ao longo dos anos, sofrendo alterações, adaptando-se às mudanças sociais e científicas. A CDU é gerida hoje em dia por uma organização denominada "UDC Consortium" (La Haye-Holanda) que reagrupa os diferentes editores da CDU de cada país, editando versões revistas, completas ou mais ou menos reduzidas e simplificadas.

Por que princípios se rege a CDU?

A CDU enquanto sistema rege-se por três princípios:
1. É uma classificação no sentido mais restrito.
2 . É universal — inclui o conjunto de todos os saberes, não como simples justaposição de elementos isolados, mas sim enquanto interligados.
3. É decimal — a notação que utiliza reflecte o princípio da sequência do geral para o particular, graças à repartição dos saberes em dez grandes classes, cada uma delas susceptível de ser subdividida decimalmente até ao grau de especificidade julgado necessário.

Quais são as principais divisões da CDU?

As principais divisões da CDU são:
0 Generalidades. Informação. Organização.
1 Filosofia. Psicologia.
2 Religião. Teologia.
3 Ciências Sociais. Economia. Direito. Política. Assistência Social. Educação.
4 Classe vaga.
5 Matemática e Ciências Naturais.
6 Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia.
7 Arte. Belas-artes. Recreação. Diversões. Desportos.
8 Linguagem. Linguística. Literatura.
9 Geografia. Biografia. Historia.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Para os alunos da 6.7

Ler é …







Bom (Tiago Seara)
Bonito (Adriana Pinheiro)
Fixe (Ana Velho)
Maravilhoso (João Peres)
Divertido (João Paulo)
Extraordinário (Bruno)
Fantástico (Cristina)
Prazer (André)
Agradável (Luís Filipe)
Saudável (João Rafael)
Um espectáculo (Catarina)
Excelente (Alexandre)
Espectacular (Mauro)
Aprender (Tiago Silva)
Tranquilizador (Ivo)
Magnifico (Bruno)
Importante (Olga)
Engraçado (Isadora)
Viver (Adriana Osório)
Sonhar (Mª Inês)
Brilhante (Sofia)
Fascinante (Luís Nuno)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Plano de Contingência da Gripe A (H1N1)


No sentido de dar resposta às orientações para a prevenção da Gripe A – 2009, e de acordo com as orientações da DGS, a biblioteca tomou as seguintes medidas para evitar o risco de pandemia:

•Existe um dispositivo de desinfecção das mãos à entrada da biblioteca, que obrigatoriamente todos os utilizadores têm que usar;
•Os elementos da equipa da biblioteca devem usar meios de protecção – lenços de papel, luvas e máscaras - sempre que aconselhável;
•Será aumentada a periodicidade de limpeza do espaço da biblioteca, das superfícies de trabalho – incluindo teclados, ratos, auscultadores e de outros objectos de manuseamento quotidiano;
•Será feito o arejamento, abrindo as janelas, sempre que as condições climatéricas o permitam, quando não é possível faz-se através da porta principal;
•Respeitar-se-á o período de quarentena da documentação após empréstimo domiciliário e de sala de aula;
•Em casa, com a família e com os amigos.

A equipa da biblioteca

terça-feira, 16 de junho de 2009

Visita de estudo à Citânia de Sanfins

No passado dia 18 de Maio, os alunos do 7º ano da Didáxis, fizeram uma visita de estudo à Citânia de Sanfins, que se localiza, em Sanfins, Paços de Ferreira.
Esta citânia foi classificada pelo IPPAR como monumento nacional e é uma das principais zonas arqueológicas da civilização castreja (povos que habitavam em castros) na península Ibérica.
Está situada no cimo do monte, porque estes povos não possuíam armamento sofisticado, logo habitavam no topo das montanhas, para poderem detectar os seus inimigos com mais facilidade. Neste castro conseguem-se avistar as serras: do Marão, de Montemoro, do Gerês e até o mar desde Vila Nova de Gaia, Leça e Póvoa de Varzim. Infelizmente não observámos esta maravilhosa vista, pois o tempo não o permitiu



A citânia era protegida de invasões e ataques de outros povos por linhas de muralhas. Foi habitada desde o século IV a.c. até século II d.c por castrejos e Romanos.
Após o abandono da citânia, esta foi usada como cemitério cristão. Os romanos e os castrejos não enterravam os seus mortos, mas queimavam-nos numa pira funerária.C om o evoluir da religião e a chegada do cristianismo, os povos começaram a sepultar os seus mortos, na citânia abandonada, porque pensavam que lá (por ser um local de grande altitude) estavam mais perto do céu.
Uma das particularidades da Citânia de Sanfins e que a distingue de todas as outras citânias, na Península Ibérica é o seu núcleo familiar bem reconstruído. Existe um arruamento que atravessa a citânia de Norte a Sul e depois seis arruamentos transversais de vinte em vinte cinco metros. São cerca de cento e sessenta as construções de planta circular e quadrangular. À face das ruas estão lá bem visíveis os muros e dentro as divisões.
Não posso terminar este artigo sem deixar de falar do edifício que era destinado aos banhos públicos. Aqui pode-se observar a PEDRA FORMOSA: um monólito de grandes dimensões decorado com gravuras em baixo relevo que se situa no interior dos balneários e que permitia o acesso, por uma pequena abertura, ao compartimento dos banhos e dos vapores quentes.
Perto desta maravilha arqueológica existem também dois locais muito interessantes: um Centro de Arqueologia Castreja e Estudos Célticos e um Museu Arqueológico.
Esta visita de estudo foi muito interessante e enriquecedora. Espero ter mais oportunidades como estas e estudar a nossa História in loco.

Trabalho realizado por: Gonçalo Vilela Turma 7:6

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Leitura Divertida

1. O professor de Matemática levanta uma folha de papel em uma das mãos e pergunta para Joãozinho:
- Se eu dividir essa folha de papel em quatro pedaços, Joãozinho, com o que eu fico?
- Quatro quartos, professor! - E se eu dividir em oito pedaços?
- Oito oitavos, professor!
- E se eu dividir em cem pedaços?
- Papel picado, professor!


2. Num quartel uma noite estava um alentejano de sentinela. Aproxima-se um jipe. O alententejano muito aflito pega na espingarda, aponta para o jipe e pergunta:
- Sabe a senha ? - Sei. - Respondeu o condutor.
- Ah, tá bem , então pode entrar ...

3. Havia um garoto que era um tagarela, quando começava a falar, nunca mais se calava. O professor chateou-se com a história e mandou um bilhete para os pais assinarem: Este menino fala muito.
Ao outro dia o miúdo entrega outro bilhete ao professor:
Sai à mãe!

Tenta Descobrir...

Adivinha 6: Come-se o macho e rola-se a fêmea. O que são?

Tenta Descobrir...

Adivinha 5: O que é que quanto mais roto menos buracos tem?

Tenta Descobrir...

Adivinha 4: O que tem o poço que o pescoço também tem?