segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Doces de Natal

Sonhos de cenoura

Ingredientes:
- 750g de cenoura - 400g de farinha - 150 gr de Açúcar - 4 ovos - 1 laranja - 1 colher de sopa de fermento - sal, açúcar e canela q.b - óleo para fritar

Preparação:
- Descasque e coza as cenouras em água temperada com uma pitada de sal e a casca da laranja. -
- Depois de cozidas escorra, retire a casca da laranja e reduza a puré.
- Misture o açúcar com o puré de cenoura, acrescente a farinha peneirada e o fermento, envolva bem. - De seguida junte as gemas e o sumo de laranja. Bata as claras em castelo firme e junte ao preparado. - Aqueça o óleo numa frigideira e frite colheradas do preparado, virando-os até ficarem uniformemente dourados. Retire com o auxílio de uma escumadeira e escorra sobre papel absorvente. - Passe depois por açúcar e canela.

Bom Natal e boas leituras

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Dia das Bibliotecas Escolares

A Biblioteca foi à Escola do 1º Ciclo de Vale S. Cosme ler duas histórias à turma do 1º ano.


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Receção aos alunos do 5º ano

Os alunos Rita Sofia Oliveira e Carlos Mendes do 12º Ano fizeram "O jogo da apresentação" e leram a "Pequena história de Famalicão".

domingo, 4 de maio de 2014

Poema à Mãe

No mais fundo de ti, 
eu sei que traí, mãe 

Tudo porque já não sou 
o retrato adormecido 
no fundo dos teus olhos. 

Tudo porque tu ignoras 
que há leitos onde o frio não se demora 
e noites rumorosas de águas matinais. 

Por isso, às vezes, as palavras que te digo 
são duras, mãe, 
e o nosso amor é infeliz. 

Tudo porque perdi as rosas brancas 
que apertava junto ao coração 
no retrato da moldura. 

Se soubesses como ainda amo as rosas, 
talvez não enchesses as horas de pesadelos. 

Mas tu esqueceste muita coisa; 
esqueceste que as minhas pernas cresceram, 
que todo o meu corpo cresceu, 
e até o meu coração 
ficou enorme, mãe! 

Olha — queres ouvir-me? — 
às vezes ainda sou o menino 
que adormeceu nos teus olhos; 

ainda aperto contra o coração 
rosas tão brancas 
como as que tens na moldura; 

ainda oiço a tua voz: 
          Era uma vez uma princesa 
          no meio de um laranjal...
 

Mas — tu sabes — a noite é enorme, 
e todo o meu corpo cresceu. 
Eu saí da moldura, 
dei às aves os meus olhos a beber, 

Não me esqueci de nada, mãe. 
Guardo a tua voz dentro de mim. 
E deixo-te as rosas. 

Boa noite. Eu vou com as aves. 

Eugénio de Andrade, in "Os Amantes Sem Dinheiro"