Leitura de poemas nos vários locais da escola. Leitura dos poemas feita por alunos convidados
pela biblioteca. Alunos da 7.1 e Rita Oliveira 12.2
quinta-feira, 23 de abril de 2015
terça-feira, 3 de março de 2015
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Doces de Natal
Sonhos de cenoura
Ingredientes:
- 750g de cenoura - 400g de farinha - 150 gr de Açúcar - 4 ovos - 1 laranja - 1 colher de sopa de fermento - sal, açúcar e canela q.b - óleo para fritar
Preparação:
- Descasque e coza as cenouras em água temperada com uma pitada de sal e a casca da laranja. -
- Depois de cozidas escorra, retire a casca da laranja e reduza a puré.
- Misture o açúcar com o puré de cenoura, acrescente a farinha peneirada e o fermento, envolva bem. - De seguida junte as gemas e o sumo de laranja. Bata as claras em castelo firme e junte ao preparado. - Aqueça o óleo numa frigideira e frite colheradas do preparado, virando-os até ficarem uniformemente dourados. Retire com o auxílio de uma escumadeira e escorra sobre papel absorvente. - Passe depois por açúcar e canela.
Ingredientes:
- 750g de cenoura - 400g de farinha - 150 gr de Açúcar - 4 ovos - 1 laranja - 1 colher de sopa de fermento - sal, açúcar e canela q.b - óleo para fritar
Preparação:
- Descasque e coza as cenouras em água temperada com uma pitada de sal e a casca da laranja. -
- Depois de cozidas escorra, retire a casca da laranja e reduza a puré.
- Misture o açúcar com o puré de cenoura, acrescente a farinha peneirada e o fermento, envolva bem. - De seguida junte as gemas e o sumo de laranja. Bata as claras em castelo firme e junte ao preparado. - Aqueça o óleo numa frigideira e frite colheradas do preparado, virando-os até ficarem uniformemente dourados. Retire com o auxílio de uma escumadeira e escorra sobre papel absorvente. - Passe depois por açúcar e canela.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
terça-feira, 14 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Receção aos alunos do 5º ano
Os alunos Rita Sofia Oliveira e Carlos Mendes do 12º Ano fizeram "O jogo da apresentação" e leram a "Pequena história de Famalicão".
terça-feira, 30 de setembro de 2014
domingo, 4 de maio de 2014
Poema à Mãe
No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
Eugénio de Andrade, in "Os Amantes Sem Dinheiro"
eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
Eugénio de Andrade, in "Os Amantes Sem Dinheiro"
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